terça-feira, 19 de junho de 2018

Povos Indígenas da RMBH (Belo Horizonte): luta necessária. 6a parte. CED...

Povos Indígenas da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH): consciência da luta necessária. Roda de Conversa no CEDEFES. 6a parte. 23/4/2018.

Um rico e necessário debate foi realizado no CEDEFES (Centro de Documentação Eloy Ferreira da Silva – www.cedefes.org.br ), dia 23/4/2018, em Belo Horizonte/MG,  inserido no “Abril Indígena”, com o tema: “Direitos Indígenas e a questão ambiental: partilhando reflexões para a luta”.  O debate se deu em uma Roda de Conversa da qual  participaram várias lideranças indígenas, a Professora Dra. Alenice Baeta, historiadora e arqueóloga, e outros/as integrantes do CEDEFES, o frei Dr. Gilvander Moreira, da CPT, o Pablo Camargo, historiador e indigenista, da FUNAI (Fundação Nacional do Índio), entre outros.  Nesse vídeo, a professora Izabel Missagia, membro integrante do CEDEFES, Doutora em Ciências Sociais (Área: Sociedades Indígenas), professora na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, fala da importância de se ampliar e fortalecer a Rede de Articulação na luta com e pelos Povos Indígenas, lembrando que as dificuldades e os problemas enfrentados pelos indígenas na capital mineira e Região Metropolitana de Belo Horizonte são comuns a todos os Povos Indígenas do Brasil. Kapua Lana Puri, liderança indígena do Povo Puri, biólogo trabalhando na Prefeitura de Ibirité, MG, relata ações da Comunidade Indígena no Distrito de Padre Brito, município de Barbacena/MG, como o 2º Festival da Cultura do Povo Puri de Padre Brito, da organização e luta da Comunidade pelo resgate e reconhecimento de sua cultura, e por direitos.  Pablo Camargo, historiador e indigenista da FUNAI (Fundação Nacional do Índio), apresenta uma visão geral dos indígenas em Minas Gerais e no Brasil, o enfrentamento constante com empresas, grileiros, latifundiários que avançam sobre suas terras, destroem o meio ambiente, e destaca também a importância da luta para a retomada de terras e garantia de direitos dos Povos Indígenas.

*Reportagem do frei Dr. Gilvander Moreira, da CPT, das CEBs e do CEBI. Edição de Nádia Oliveira, da Equipe de Comunicação da CPT-MG. Belo Horizonte/MG, 23/4/2018.

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segunda-feira, 18 de junho de 2018

Povos Indígenas da RMBH/MG: Luta por reconhecimento e por direitos/CEDEF...

Povos
Indígenas da RMBH/MG: Luta por reconhecimento e por direitos. Abril Indígena no
CEDEFES. 5ª Parte. 23/4/2018.

O CEDEFES (Centro de
Documentação Eloy Ferreira da Silva – www.cedefes.org.br ), em Belo
Horizonte/MG, promoveu o “Abril Indígena”, 
valorizando o mês dedicado aos indígenas, legítimos guardiães das terras
brasileiras, com o debate: “Direitos Indígenas e a questão ambiental:
partilhando reflexões para a luta”. 
Desse debate participaram várias lideranças indígenas, a Professora Dra.
Alenice Baeta, historiadora e arqueóloga, e outros/as integrantes do CEDEFES, o
frei Dr. Gilvander Moreira, da CPT, o Pablo Camargo, historiador e indigenista,
da FUNAI (Fundação Nacional do Índio), entre outros.  Nesse vídeo, kapua Lana Pori, liderança
indígena do Povo Puri, biólogo que trabalha na Prefeitura de Ibirité/MG, fala  da organização e da luta do povo Puri,
sobrevivente ao genocídio imposto aos povos indígenas no Brasil. De modo
particular, Kapua  fala dessa luta em um
Distrito de Barbacena, MG, e região, para resgatar suas origens, sua cultura e
fazer valer seus direitos à retomada de terras, ao acesso às políticas públicas,
entre outros. Eni Carajá Filho, do Povo Carajá, fala de sua ancestralidade e
aborda também a luta constante dos Povos Indígenas por reconhecimento, por
direitos e sugere ações concretas para que essa luta tenha visibilidade e,
assim, mais pessoas tenham conhecimento das dificuldades enfrentadas pelos
indígenas em Belo Horizonte e RMBH. Em tempo de retomada do que lhes foi tirado
pela colonização, os Povos Indígenas de Belo Horizonte e Região Metropolitana
de BH contam com expressiva Rede de Apoio no fortalecimento dessa luta.  Por dignidade, por respeito, por direitos,
Povos Indígenas e Rede de Apoio seguem firmes na luta e na resistência!

*Reportagem de frei
Gilvander Moreira, da CPT, Dr. em Educação pela UFMG. Edição de Nádia Oliveira,
da Equipe de Comunicação da CPT-MG. Belo Horizonte/MG, 23/4/2018.

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sexta-feira, 15 de junho de 2018

Violência contra Povos Indígenas em Belo Horizonte, MG. CEDEFES. 4ª Part...

Violência contra os Povos Indígenas, em Belo Horizonte, MG: Roda de Conversa no CEDEFES. 4ª Parte. 23/4/2018.

Povos Indígenas, em Belo Horizonte, capital mineira, e na Região Metropolitana de BH (RMBH), ao longo dos anos, têm sido vítimas de violência, discriminação, preconceito e racismo por parte, principalmente, do Poder Público, que se nega a cumprir a lei na responsabilidade da assistência, do desenvolvimento de politicas públicas específicas para os Povos indígenas e ainda tenta lhes tirar seus direitos assegurados pela  Constituição Federal,  sem respeitar, sobretudo, sua legitimidade de verdadeiros donos das terras brasileiras.  Essa irresponsabilidade do Poder Público fomenta atitudes de ódio e violência, por parte da população e, sobretudo, por parte da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais e da Guarda Municipal de Belo Horizonte, que se julgam com poder para intimidar, perseguir e violentar integrantes dos Povos Indígenas, tanto física como moralmente. Se nos causa indignação a violência, com tantos assassinatos de indígenas, nas matas e florestas, pela expropriação de suas terras pelos "brancos", essa mesma indignação se manifesta pela falta de respeito à dignidade dos Povos Indígenas nas cidades, especificamente, nesse caso, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Tanto nas matas como na cidade, essa violação de direitos é provocada pela ganância do capital e pela cumplicidade do Poder Público com o sistema do capital,  que se manifesta conivente dessas ações de violência. Essa alarmante e preocupante situação a que estão expostos os Povos Indígenas na cidade de Belo Horizonte e Região Metropolitana motivou a Roda de Conversa realizada no CEDEFES (Centro de Documentação Eloy Ferreira da Silva - www.cedefes.org.br ), em Belo Horizonte/MG, no dia 23/4/2018, que teve como tema: “Direitos Indígenas e a questão ambiental: partilhando reflexões para a luta”. Participaram dessa Roda de Conversa várias lideranças indígenas, a Professora Dra. Alenice Baeta, historiadora e arqueóloga, e outros/as integrantes do CEDEFES, o frei Gilvander Moreira, da CPT, o Pablo, da FUNAI (Fundação Nacional do Índio), entre outros.  A luta por respeito aos direitos dos Povos Indígenas na capital mineira e Região Metropolitana se intensifica e a Rede de Apoio cresce e se fortalece.  Respeitar os Povos Indígenas e seus direitos é dever de todos, o que passa por respeito aos seus saberes, à sua cultura, à sua vida.

*Filmagem de frei Gilvander Moreira, da CPT, das CEBs e do CEBI. Edição de Nádia Oliveira, da Equipe de Comunicação da CPT-MG. Belo Horizonte/MG, 23 de abril de 2018.

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sábado, 9 de junho de 2018

Vem aí a XXI Romaria das Águas e da Terra/MG– Reunião em Lagoa da Prata/...

Vem aí a XXI Romaria das Águas e da Terra do Estado de Minas Gerais – Reunião em Lagoa da Prata/Diocese de Luz/MG – 12/5/2018.

Aconteceram em Lagoa da Prata, Diocese de Luz/MG, nos dias 11 e 12 de maio/2018, as 5ª e 6ª reuniões de preparação da XXI Romaria das Águas e da Terra do Estado de Minas Gerais, a ser realizada dia 16 de setembro/2018, em Lagoa da Prata/MG. Mais uma vez, a participação especial de Dom Aristeu, bispo da Diocese de Luz, que falou da importância da realização dessa Romaria como marco da celebração do centenário da Diocese. Com alegria e entusiasmo, movidos pelo ardor profético e missionário, os participantes planejaram diversas ações que fazem parte desse processo da XXI Romaria das Águas e da Terra do Estado de Minas Gerais, como os Círculos Bíblicos, Semana Missionária, as Pré-Romarias, entre outras, todas voltadas para a reflexão e o debate provocados por essa Romaria que tem como tema: : “Das Nascentes do São Francisco às Terras da Justiça” e como lema: “Cuidando da Mãe Terra e da Irmã Água”. Foram divulgadas também nessa reunião as datas das

Pré-Romarias que serão realizadas na Diocese de Luz, em preparação à XXI Romaria das Águas da Terra do Estado de Minas Gerais:

23/6 (sábado) – Abaeté – 13h às 17h – Paróquia Nossa Senhora do Patrocínio;
24/6 (domingo) – Arcos – Comunidade de Santos Reis;
24/6 (domingo) – Santuário Diocesano de Campos Altos;
05/8 (domingo) – São Roque de Minas – Cachoeira Casca D’Anta; 22/8 (quarta-feira) – Formiga – Seminário na UNIFOR.

Seja você também um romeiro, uma romeira da Mãe Terra e da Irmã Água. Participe da XXI Romaria das Águas e da Terra do Estado de Minas Gerais.
Reportagem em vídeo de frei Gilvander Moreira, da CPT, das CEBs e do CEBI.
Edição do vídeo por Nádia Oliveira, da Equipe de Comunicação da CPT/MG. Lagoa da Prata/MG, 05/5/2018.

Você pode acompanhar a XXI Romaria das Águas e da Terra do Estado de Minas Gerais pelo sites: www.romariadasaguasedaterramg.org.br  / www.cptmg.org.br  E também pelos meios de divulgação de Frei Gilvander Moreira: www.gilvander.org.br  / www.freigilvander.blogspot.com.br

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quinta-feira, 7 de junho de 2018

Luta por terra e moradia é sagrada. Culto/Acamp. Nova Jerusalém/Nova S...

A luta por terra e por moradia é abençoada e legítima. Culto Ecumênico no Acampamento Nova Jerusalém, em Nova Serrana, MG. 3ª Parte, 11/5/2018.

As famílias do Acampamento Nova Jerusalém, em Nova Serrana/MG,  injustamente despejadas da fazenda Canta Galo no dia 26/4/2018, depois de 6 anos ali morando e cultivando a terra, desenvolvendo a Agricultura Familiar, num trabalho solidário e coletivo, reúnem-se para a celebração de Culto Ecumênico, presidido por frei Gilvander Moreira, da CPT, com a participação do Pastor Antônio Nogueira, da Pastora Vilma Nogueira e do Pastor Eronildes. A certeza de que o Deus da Vida abençoa a sua luta anima sua esperança e os fortalece na caminhada.  A fé nessa presença de Deus que coloca-se ao ao lado dos oprimidos e injustiçados motiva e inspira sua coragem e sua determinação em reocupar a fazenda Canta Galo, voltando para a terra e para suas moradias (ou para o que delas ainda existe, já que muitas casas foram arrombadas ou praticamente demolidas), onde têm garantida a sobrevivência com paz e dignidade.

*Filmagem de Luciana, do Acampamento Nova Jerusalém, em Nova Serrana/MG. Apoio de frei Gilvander Moreira, da CPT, das CEBs e do CEBI. Edição de Nádia Oliveira, da Equipe de Comunicação da CPT-MG.

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segunda-feira, 4 de junho de 2018

Deus caminha com seu povo em luta. Culto no Acamp. Nova Jerusalém/Nova S...

O
Deus da Vida caminha com seu povo em luta pela "terra prometida".
Celebração Ecumênica no Acampamento Nova Jerusalém, em Nova Serrana/MG. 2ª
Parte. 11/5/2018.

A certeza de que o Deus da
vida caminha com seu povo que luta pela terra e por direitos anima e fortalece
as famílias do Acampamento Nova Jerusalém, em Nova Serrana, no centro-oeste de
MG, que no dia 26/4/2018 sofreram covarde e injusto despejo da Fazenda Canta
Galo, onde, há 6 anos, com dignidade, viviam em suas casas e cultivavam a
terra, desenvolvendo a Agricultura Familiar. Nesse vídeo, a 2ª parte da
Celebração Ecumênica realizada no Acampamento, presidida por frei Gilvander
Moreira, da CPT. Nessa Celebração a partilha da luta, dos momentos de angústia,
da indignação e, sobretudo, a partilha da fé, da esperança em Deus que está
presente nessa luta, os abençoa e  os
guia na determinação corajosa de voltar para Fazenda Canta Galo, para suas
casas e continuar lutando pela terra que lhes garante sobrevivência com
dignidade.

*Filmagem de Luciana,
moradora do Acampamento Nova Jerusalém, em Nova Serrana/MG. Apoio: Frei
Gilvander Moreira, da CPT, das CEBs e do CEBI. Edição de Nádia Oliveira, da
Equipe de Comunicação da CPT-MG.

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sábado, 2 de junho de 2018

Pelo direito à terra, reocupação da Fazenda Canta Galo, em Nova Serrana ...

Reocupação da Fazenda Canta Galo: Ocupação Nova Jerusalém, em Nova Serrana, MG: pelo direito de viver e produzir na terra com dignidade. 31/5/2018.

Depois de 3 semanas vivendo na beira do rio Pará, enfrentando muitas dificuldades, passando por necessidades diversas, por causa do injusto e covarde despejo da Fazenda Canta Galo, onde viviam e produziam na terra com dignidade, as famílias do Acampamento Nova Jerusalém decidiram reocupar a Fazenda. Nesse tempo, na beira do rio Pará, esperaram por uma manifestação do Governo de Minas Gerais, que não se posicionou. Além disso, bateu-lhes forte no peito a indignação por verem a área pública que ocupavam sendo totalmente ocupada por bois e vacas de aliados de Prefeitos da região, envolvidos no Consórcio Intermunicipal de Aterro Sanitário, que foi o argumento usado para o despejo. No dia 25/5/2018, as famílias reocuparam a Fazenda Canta Galo e já estão se reorganizando como Comunidade, vivendo em suas casas ou no que restou delas, já que depois do despejo muitas foram arrombadas e outras foram praticamente demolidas, e já se dedicam também ao plantio da terra. As famílias estão determinadas a lutar pelo direito a essa terra, onde construíram suas moradias e vivem há 6 anos, desenvolvendo Agricultura Familiar que gera renda e lhes garante vida digna. Essa luta tem o apoio de muita gente de bem. “Pátria Livre! Venceremos!”

*Filmagem de Luciana, da Ocupação-Comunidade Nova Jerusalém, na Fazenda Canta Galo, município de Nova Serrana, MG.
Apoio: Frei Gilvander Moreira, da CPT, da CEBs e do CEBI.
Edição de Nádia Oliveira, da Equipe de Comunicação da CPT-MG.

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