terça-feira, 17 de abril de 2018

CPT/MG: 40 ANOS. Joaquim Nicolau: Uma vida de luta por direitos/2ª Parte...

CPT/MG: 40 ANOS – Joaquim Nicolau, por sua esposa, Maria dos Reis: Uma vida de luta por direitos – 2ª Parte.  07/3/2018.

A Comissão Pastoral da Terra (CPT), em Minas Gerais, caminha para a celebração de seus 40 anos de luta em 2019, inspirada pela memória subversiva do Evangelho de Jesus de Nazaré. Frei Gilvander Moreira e equipe de Resgate dos 40 anos de luta da CPT/MG mobilizam-se para colher depoimentos, relatos, histórias e testemunhos de Agentes de Pastoral da CPT ou  pessoas a eles ligadas, para que seja resgatada a memória histórica dessa luta solidária, transformadora, libertadora,  junto aos camponeses e camponesas, Nesse vídeo, a 2ª parte do depoimento de Dona Maria dos Reis, viúva de Joaquim Nicolau, com destaque para a atuação de Joaquim Nicolau como Agente de Pastoral da CPT/MG no Vale do ex-rio Doce, a partir da cidade de Governador Valadares. Uma vida de luta em defesa dos oprimidos, dos sem terra, sem voz e sem vez.

*Reportagem de frei Gilvander Moreira, da CPT, das CEBs e do CEBI. Edição da Professora Nádia Oliveira, de Conceição das Alagoas/MG, da Equipe de Comunicação da CPT/MG. Governador Valadares/MG, 07/3/2018.

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segunda-feira, 16 de abril de 2018

Dona Vilma, 73 anos, em Belo Horizonte/MG: JUSTIÇA PARA DONA VILMA! - 3ª...

Dona Vilma, 73 anos, em Belo Horizonte/MG – Contra a especulação imobiliária e a segregação racial, gritamos: JUSTIÇA PARA DONA VILMA! - 3ª Parte. 07/4/2018.

Dona Vilma, negra e pobre, 73 anos, esta sob a ameaça de uma ordem injusta de despejo desde 2011, resultado de ação movida pela Prefeitura Municipal de BH, na gestão do ex-prefeito, Márcio Lacerda. Recentemente, graças à luta e mobilização de uma ampla Rede de Apoio, essa  ação de despejo foi suspensa e a Prefeitura de Belo Horizonte fala em ceder o  direito vitalício de uso da propriedade à Dona Vilma. Essa iniciativa não é justa, pois não reconhece a família de Dona Vilma como proprietária de um terreno que lhe pertence há mais de 100 anos, conforme documentação apresentada, inclusive com pagamento de taxas de IPTU ao município, desde 1930, negando assim direitos aos seus filhos e às futuras gerações da família. NÃO SE CEDE AQUILO QUE É DE DIREITO. Nesse vídeo, o depoimento da Vereadora Cida Falabella, do PSOL/BH e de  representantes do Coletivo Dona Vilma Fica e da própria Dona Vilma.

*Reportagem de frei Gilvander Moreira, da CPT, das CEBs e do CEBI. Edição da Professora Nádia Oliveira, de Conceição das Alagoas/MG. 3ª Parte. Belo Horizonte/MG, 07/4/2018.

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sexta-feira, 13 de abril de 2018

Dona Vilma, 73 anos, em Belo Horizonte,MG: DESPEJO VAI. DONA VILMA FICA....

Dona
Vilma, 73 anos, em Belo Horizonte, MG: DESPEJO VAI. DONA VILMA FICA. 2ª Parte.
10/4/2018.

 Em Belo Horizonte, Minas Gerais, Dona Vilma
Eustáquia da Silva, 73 anos, desde 2011, luta pela posse da propriedade que é
da família há mais de 100 anos. Sua documentação, incluindo comprovantes de
pagamento de IPTU ao município, comprovam isso. Dona Vilma, sua filha Heloíza
Helena e seu filho Gustavo, toda sua família e sua ancestralidade são vítimas
do racismo, da segregação e da exclusão provocados por uma política que
prioriza o capital, a especulação imobiliária, e quer tirar do povo, da classe
trabalhadora, o direito à cidade. Recentemente, um juiz do TJMG, a pedido do
Ministério Público da área de Direitos Humanos, suspendeu o cumprimento do
mandado que determinava a expulsão de Dona Vilma do terreno e a demolição da
casa em que vive desde que nasceu, há 73 anos, e, segundo declaração do
Procurador do Município, Tomaz de Aquino, estão "iniciando um processo de
cessão do imóvel para Dona Vilma, enquanto ela for viva”. Entretanto, essa
decisão não basta, porque não é justa, não reconhece de maneira definitiva o
direito de propriedade do terreno à Dona Vilma e sua família. Não contempla o
direito de Heloíza Helena e de seu irmão Gustavo, que, assim como sua mãe,
nasceram e cresceram no mesmo imóvel e nega também esse direito às gerações
futuras dessa família. A luta continua. NÃO SE CEDE AQUILO QUE É DE DIREITO.
Nesse vídeo, o depoimento do antropólogo Rafael Barros, de Élerson da Silva, da
Cáritas do Brasil, Regional Minas Gerais, e um pouco da história dessa luta,
contada por Dona Vilma.

*Reportagem de frei
Gilvander Moreira, da CPT, das CEBs e do CEBI. Edição da Professora Nádia
Oliveira, de Conceição das Alagoas, MG. Belo Horizonte/MG, 10/4/2018.

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quinta-feira, 12 de abril de 2018

Ocupação Vila da Conquista, em BH: Respeito e Justiça, sim. Despejo, não...

Ocupação Vila da Conquista, em Belo Horizonte, MG: Respeito e Justiça, sim. Despejo, não! – 10/4/2018.

A Ocupação-Comunidade Vila da Conquista, no bairro Ventosa, em Belo Horizonte, MG, é uma comunidade praticamente consolidada. As quase 100 famílias estão determinadas a não aceitar a destruição de suas quase 100 casas já construídas ou em construção. O povo sabe que não está em área de risco. Os dois barracos que estavam em área de risco já foram demolidos e as famílias acolhidas em terreno firme. O povo sabe que a empresa Lima Drumond, que reivindica judicialmente a posse, não tinha posse do terreno antes, até porque a área, durante muitas décadas, era um lixão, de onde o povo retirou mais de 13 caminhões de lixo. O Geólogo Dr. Carlos Von Sperling constatou em laudo de 30 páginas que a área não é de risco. Clamamos por sensatez a todas as autoridades envolvidas, para que abram-se ao diálogo sério, pois no meio do caminho não há apenas uma pedra, mas um povo aguerrido na luta pelos seus direitos sociais, a partir do direito à moradia.

*Reportagem de frei Gilvander Moreira, da CPT, das CEBs e do CEBI. Edição da Professora Nádia Oliveira, de Conceição das Alagoas/MG. Belo Horizonte/MG, 10/4/2018.

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terça-feira, 3 de abril de 2018

Ocupações da Izidora na CEMIG/BH: Energia elétrica não é favor, é dire...

Povo da Izidora na CEMIG/BH: Energia elétrica não é favor; é direito fundamental. 4ª Parte – 12/12/2017.

 Em reunião na sede da CEMG/BH, no dia 12/12/2017, representantes das Ocupações da Izidora/BH/MG, representantes do MLB (Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas), das Brigadas Populares e da CPT (Comissão Pastoral da Terra), mais uma vez foram lutar pela ligação da rede de energia elétrica nas Comunidades. Lideranças comunitárias, indignadas, deixaram claro aos diretores da CEMIG que ali estavam exigindo um direito e não em busca de favor.

*Reportagem de frei Gilvander Moreira, da CPT, das CEBs e da CEBI. Edição de Nádia Oliveira, da Equipe de Comunicação da CPT/MG. Belo Horizonte/MG, 12/12/2017.

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segunda-feira, 2 de abril de 2018

Povo da Izidora na CEMIG: Luta por energia, direito de todas e de todos/...

Povo da Izidora na CEMIG: Luta por energia elétrica, direito de todas e de todos. 3a Parte. 12/12/2017.

Representantes das Comunidades das três Ocupações-Comunidades da Izidora, em Belo Horizonte, MG - Esperança, Rosa Leão e Vitória, do MLB (Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas), das Brigadas Populares e da CPT (Comissão Pastoral da Terra) estiveram, mais uma vez, na sede da CEMIG, no final de 2017, em luta por energia elétrica. Nesse vídeo, o destaque para o depoimento comovente de mães e pais das Ocupações e das lideranças comunitárias. A reunião aconteceu há mais de três meses e, até agora, nada foi feito, aguardando iniciativas do Prefeito Kalil. A luta continua.

*Reportagem de frei Gilvander Moreira,da CPT, das CEBs e do CEBI. Edição de Nádia Oliveira, da Equipe de Comunicação da CPT/MG. Belo Horizonte/MG, 30/3/2018.



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